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Programa Reeducar: oficina leva noções de relacionamento familiar para homens que praticaram violência doméstica

O projeto Reeducar é desenvolvido desde 2017 e visa ajudar e conscientizar as partes envolvidas a atravessarem os processos de ruptura do relacionamento com menor dano emocional a todos.
 Foto: Luara Leandra 

IMAGEM DE MEMBROS DO EVENTO

Homens envolvidos em contextos de violência doméstica participaram, nesta terça-feira (29), da Oficina de Pais Filhos ministrada por defensores público e mediadores da área de Direito da Família. A oficina é promovida pela Defensoria Pública do Estado (DPE-PI), em parceria com o Ministério Público do Piauí (MPPI), por meio do Núcleo das Promotorias de Justiça de Defesa da Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar (Nupevid), com o Programa Reeducar.

 

A parceria tem como objetivo mostrar o impacto de um divórcio para a vida dos filhos e como resolver as diferenças buscando uma convivência saudável para não prejudicar a saúde e desenvolvimento da criança.

 

A coordenadora da 10ª Promotoria de Justiça do Nupevid, Amparo Paz, juntamente com a psicóloga do Núcleo, Cynara Veras, participaram da oficina. Na ocasião, foram entregues um certificado de agradecimento a cada voluntário ministrante da oficina.

 

“Sabemos que, muitas vezes, o conflito familiar permanece, mesmo com o processo resolvido dentro da Vara de Família. Agradecemos, mais uma vez, a parceria dos órgãos em defesa da mulher e da família, que só têm a acrescentar na reeducação de homens que respondem por violência doméstica e familiar”, destaca a promotora de Justiça Amparo Paz.

 

Ministraram a Oficina Pais e Filhos, a defensora pública Débora Cunha; o defensor público João Neto e a mediadora do Núcleo da Família da DPE, Rosângela Ribeiro.

 

“Pretendemos apresentar esse projeto em outras instituições e outros locais, assim como o Programa Reeducar. Então, trazer esse projeto para dentro do Reeducar foi de extrema importância, pois nós reconhecemos que eles precisam ser responsabilizados pelos seus atos, mas também despertar por um outro olhar, através da reeducação no enfrentamento à cultura machista”, explica a defensora pública Débora Cunha.

 

O projeto Reeducar é desenvolvido desde 2017 e visa ajudar e conscientizar as partes envolvidas a atravessarem os processos de ruptura do relacionamento com menor dano emocional a todos.







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