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20/03/2017 - 09:13
Câmara Municipal de Coivaras realizará audiência pública para discutir Reforma da Previdência

Estão sendo convidados todos os trabalhadores rurais, servidores públicos, autônomos, empregados da iniciativa privada e toda população para juntos participarem da audiência pública que discutirá os direitos previdenciários da população brasileira, sobretudo, a de Coivaras.
 Foto: Divulgação 

Cartaz de Convite da audiência pública.

A Reforma da Previdência será tema de audiência pública na próxima sexta-feira, dia 24 de Março às 9h horas no Plenário da Câmara Municipal de Coivaras. Diversos segmentos da sociedade estarão reunidos na Câmara de Vereadores para discutir a proposta que cria novas regras e está desagradando grande parte da população em todo o Brasil, entre eles advogados, membros do ministério público, prefeitura de Coivaras, imprensa, sindicatos, federação sindical e sociedade civil.

Estão sendo convidados todos os trabalhadores rurais, servidores públicos, autônomos, empregados da iniciativa privada e toda população para juntos participarem da audiência pública que discutirá os direitos previdenciários da população brasileira, sobretudo, a de Coivaras.
 
A realização da audiência pública foi pedida pela vereadora Lúcia do Professor Kléberson e foi prontamente aprovada pelos vereadores e pela Mesa Diretora da Câmara.

A vereadora Lúcia entende que é de suma importância a discussão em nível municipal, pois como representante do povo coivarense Lúcia disse que não se calará diante do absurdo que está sendo proposto na PEC 287/2016.

VEJA PORQUE SE DEVE LUTAR CONTRA ESSA REFORMA:

A principal mudança é que causa maior controvérsia é a idade mínima para a aposentadoria. O trabalhador poderá se aposentar somente após completar 65 anos de idade e somar 25 anos de contribuição. No entanto, para ter direito a 100% do valor do benefício, será necessário somar 49 anos de trabalho.

A proposta do governo prevê direito a 76% da base de cálculo do benefício com 25 anos de contribuição. Essa taxa aumenta um ponto percentual a cada ano a mais de trabalho. Para chegar a 100%, será necessário somar 49 anos de contribuição. O valor do benefício não deverá ser inferior a um salário mínimo.

Servidores públicos e trabalhadores rurais, que serão afetados pela idade mínima, são os grupos que mais reclamam da proposta de mudança. Professores e policiais argumentam que as profissões merecem tratamento diferenciado. 


Principais pontos da proposta: 

 Homens com menos de 50 anos e mulheres com menos de 45 entram nas novas regras.
Para homens a partir dos 50 anos e para mulheres a partir dos 45 haverá uma transição. Será possível pedir o benefício pelas regras atuais, mediante o pagamento de uma espécie de pedágio de 50% em cima do período que falta para se aposentar.
Quem está aposentado ou segue trabalhando, mas já atende aos requisitos para pedir o benefício, ficará de fora da reforma.
 Servidores públicos serão afetados pela idade mínima, que subirá para 65 anos. Hoje, é de 60 anos para homens e de 55 para mulheres.

 

O governo quer estabelecer 65 anos como idade mínima para homens e mulheres.
 Professores e professora serão enquadrados na idade mínima de 65 anos.
 Será proibido acumular pensão e aposentadoria, mas a regra só deve valer para novos benefícios.
O trabalhador rural ficará dentro da idade mínima de 65 anos. Hoje, homens se aposentam aos 60, e mulheres, aos 55.

 (O Jornal – Marron, Gilberto e Elisângela)







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