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LiterAltos: últimos textos poéticos publicados no Grupo de WhatsApp da ALLNA

O mundo parece estar num tempo meio que apoético, seco, despido de sentimento e criações poéticas. É preciso resgatar a poesia que está ausente até nas letras das músicas de sucesso. Sendo assim, segue uma publicação referente aos 04 textos poéticos publicados no Grupo de WhatsApp da ALLNA.
 Foto: LiterAltos 

LiterAltos: últimos textos poéticos publicados no Grupo de WhatsApp da ALLNA

 

O mundo parece estar num tempo meio que apoético, seco, despido de sentimento e criações poéticas. É preciso resgatar a poesia que está ausente até nas letras das músicas de sucesso. Sendo assim, segue uma publicação referente aos 04 textos poéticos publicados no Grupo de WhatsApp da ALLNA. Composições essas de autoria dos nossos confrades/confreiras da ALLNA. (Gilberto Damasceno Paiva - Editor da Coluna LiterAltos)

INSPIRAÇÃO DE AMOR

                   (Reginaldo Melo)

 

Sou motivo real da sua inspiração

Num sublime momento em que és

Minha poetisa predileta

Mensageira do amor.

 

Cativa-me e envolve-me com tua emoção.

Ao  meu ouvido sussurando o verbo amar.

E fico extasiado de amor.

 

Proferes as frases mais conexas.

Palavras ditas com fervor.

E não fico perplexo.

Sei a dimensão do nosso fiel amor.

 

Fazes parte da minha vida.

Somos cúmplices dos mesmos anseios.

Dos mais castos aos mais profanos desejos.

Porque irradia em nós o AMOR.

 

SEM QUERER

 

Estou aqui sozinho nos meus pensamentos,

revivendo o passado e usufruindo o presente,

as vezes com muita saudade e, de repente voltando à  realidade.

Sem querer de manhã olho pro céu e vejo o sol causticante,  a noite vejo a lua com seu brilho maravilhoso quando cheia,

sinto um desejo imenso de deleitar-me nos pensamentos amorosos com a pessoa  amada.

Ah! como seria maravilhoso voltar aos tempos de calmaria,

voltar aos tempos de traquinagens e de euforia.

Oh! Deus meu Deus como seria esplendoroso se nossos pensamentos tornassem realidade, 

mas, volto a pisar ao chão e, tudo volta como dantes.

 

Prof. Silva Neto( com seus pensamentos), Altos /31/08/2020

 

Aleatoriedade amoral

 

Há sentimentos imersos na imensidão…

Sábios desejos de trépida emoção…

Onde não há nenhuma razão!

 

Chuva densa corre por entre os jiraus…

Molhando de gozo as íntimas virilais…

Nestes infinitos sentidos de desejos gerais!

 

Torrente d’amor que adormece o pavor…

Segue o destino traçado de intenso calor…

Ondas vagantes são gotículas de dor!

 

Eis-me aqui, falando à subjetiva flor…

Lírica e amoral de cópula esplendor…

Vidas decorrentes de amor e dor!

 

(Gilberto Damasceno Paiva – Altos, 02.09.2020)


Poesia Sombria

Poesia pia, poesia vazia.

Poesia morta, torta e fria.

Que nem o melhor psicanalista

Jamais nesta vida avalia.

Poesia de monturos

De enterros de saturnos

Poesia dos monstros

De espíritos obscuros

Poesia da falsa democracia

Da triste noite e do morto dia.

Pois é, nem eu sabia!

Que tal poesia realmente existia

Poesia que morde aquele que explode

A mente mesquinha ou fugidia.

Poesia de louco, de estereotipia.

Que nos mostra um pouco

De nossa trepida anomalia

Sistêmica, endêmica e doentia.

Poesia de reticências, de ausências.

De insanas e gratuitas violências

Que nos cobra penitências

De nossas vidas sombrias.

E quem quer falar

Sobre isso hoje em dia?


Fofão Paiva (15 - 07-2014)

 






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