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De que lado você está?!

Quem nunca foi vítima de uma maldade?! Quem, vivendo em uma sociedade egoísta como esta pode dizer que está isento de ser atingido por um fuxico, uma “rasteira”… ou algo mais concreto como um roubo, lesão ou outras condutas criminosas?!
 Foto: TV e Portal O Jornal 

Major Elizete LIma

Muitas vezes assistimos aos filmes, às novelas e às séries e ficamos, ainda, indignados com a maldade humana retratada na ficção. Na maioria das vezes, ficamos torcendo pelos “mocinhos”, esperando o desfecho da narrativa, ansiosos pela punição dos bandidos, para que se faça “justiça”.

Porém, como nos comportamos na vida real?!

Dizem que “a arte imita a vida”… e, até, que \\\"a vida também imita a arte”… numa simbiose que em algumas situações não se sabe qual a assertiva é mais verdadeira. Mas a grande questão é que a maldade está, de fato, presente em nossas vidas.

Quem nunca foi vítima de uma maldade?! Quem, vivendo em uma sociedade egoísta como esta pode dizer que está isento de ser atingido por um fuxico, uma “rasteira”… ou algo mais concreto como um roubo, lesão ou outras condutas criminosas?!

Quando somos vítimas, é bem fácil clamar por justiça. Já quando somos apenas espectadores, poucas vezes temos a disposição, ou mesmo a coragem, de socorrer quem precisa. Não nos damos conta… mas… este é o momento de decisão sobre quem somos nós. 

Certo dia, um auxiliar meu foi vítima de preconceito de um superior seu, sentindo-se diminuído em sua condição de subordinado. Quando eu soube do ocorrido, por ele próprio relatado, usei as redes sociais para, em tom de desabafo, defendê-lo e manifestar meu pesar por, ainda em tempos hodiernos, existirem \\\"superiores\\\"  que não compreenderam que a hierarquia é apenas entre postos e graduações e não entre pessoas; trata-se do tipo de concurso que se fez… e que estar em um degrau acima não significa que essa pessoa seja melhor ou pior que a outra.

Resultado: fui punida! Sim, essa é a única punição que tenho em minha ficha disciplinar, até hoje, contrapondo quase 40 elogios, dezenas de medalhas e condecorações pelo meu trabalho, vários títulos de cidadania, e, até, homenagens em outras corporações militares brasileiras.

Mas a punição foi justa. O meio que utilizei, segundo os regulamentos militares, foi errado. Mas, confesso, faria tudo de novo! Porque minha alma se apraz quando faço algo segundo meus princípios, aqueles que trago de meu humilde berço. Sou filha de um homem simples que jamais se calou ou ficou inerte diante de uma injustiça… ou que ignorou a necessidade de alguém mais pobre que ele. E os filhos são a essência dos pais!

Em outra ocasião, uma policial militar foi vítima de um apresentador de TV local, que atingiu sua honradez, ao vivo. Fiz sua defesa também nas redes sociais, e, desta vez, não sofri punição; ao contrario… a enorme repercussão  da minha postagem fez com que o apresentador se retratasse, pedindo desculpas, também ao vivo, à policial.

Mas, não é fácil comprar a briga de outra pessoa. Existem inúmeros riscos e nem sempre os resultados são como esperamos e não conseguiremos debelar o mal do mundo. O que é certo, mesmo, é que ficamos com a consciência tranquila… e, certamente, Deus fica mais feliz com a gente. Posso afirmar, categoricamente, que vale muito a pena ficar do lado do bem! (Major Elizete Lima)



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