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Em Altos surge mais um grupo folclórico: Quadrilha “Fogo Quente”

30/11/2017

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30/11/2017 - 07:38
O homem continua agredindo a natureza

A reportagem de O Jornal, acompanhou a caminhada em todo o percurso que chegou a ser mais de 08 km, chegou a flagrar mais um lagarto da espécie Teiú morto com sinais de violências provocada provavelmente por caçadores.
 Foto: O JORNAL  

Teiú, vítima da ação humana

A luta dos ativistas, ambientalista, biólogos e entidades afins, no sentido de conter o avançado processo de degradação ambiental parece ser interminável.

O homem vem ignorando todas as medidas e orientações no sentido de salvar o planeta do famoso aquecimento global, mesmo com os diversos sinais visíveis de que a natureza vem sofrendo modificações o homem ainda não parou para rever seus conceitos de vida.

Entre os sinais de que a natureza entra em estado de fúria, são as diversas catástrofes que vem assolando diversos países pelo mundo incluindo o Brasil, o aumento na temperatura e o diagnóstico de diversos casos de câncer de pele, tudo isso parece não preocupar a sociedade.

A 6ª caminhada da graça, realizada pela igreja de Nossa Senhora das Mercês no dia 26 de novembro de 2017, tinha como finalidade chamar a atenção dos fieis para a importância da conservação do meio ambiente.

A reportagem de O Jornal, acompanhou a caminhada em todo o percurso que chegou a ser mais de 08 km, chegou a flagrar mais um lagarto da espécie Teiú morto com sinais de violências provocada provavelmente por caçadores.

TEIÚ – do gênero de répteis Tupinambis, da família Teidae, é popularmente conhecido como Teiú, e outras denominações. Compreende os maiores lagartos do novo mundo, podem atingir até dois metros de cumprimento e abrange sete espécies, todas nativas da América do Sul e existente no nordeste brasileira, fazendo parte da fauna altoense.

A reportagem de O Jornal ainda flagrou um caçador transportando um animal da espécie, o animal já estava abatido e já seria um animal adolto.

CUTIA -  é uma denominação comum a espécies de roedores de pequeno porte do gênero Dasyprocta e família Dasyproctidae, também conhecidas por acuchi, acouti, aguti ou açutí. São mamíferos roedores de pequeno porte, medindo entre 49 e 64 centímetros. 

 

Segundo um morador da região afirmou a produção de O Jornal, que esses animais são abatidos durante a noite, em diversas armadilhas espalhadas pela mata, os caçadores normalmente só vão buscar os animais que são abatidos nas armadilhas. E aquela sena era muito comum na região. (Marron)






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